A endometriose tem sido consistentemente associada à redução das taxas de sucesso em FIV. Diversos mecanismos foram propostos para explicar seu impacto negativo, incluindo redução na qualidade e quantidade dos oócitos, um ambiente inflamatório hostil nas trompas de Falópio e tecidos adjacentes, disfunção imunológica e menor receptividade endometrial.
Quando os resultados não são os esperados, a principal questão clínica para pacientes e especialistas passa a ser: o problema está principalmente na “semente” (um embrião não viável resultante de um oócito de baixa qualidade) ou no “solo” (uma combinação de fatores que impede a implantação bem-sucedida de um embrião viável)? Distinguir entre esses dois cenários raramente é simples – mas é fundamental para orientar os próximos passos no cuidado.
O MAGENTA™ fornece insights objetivos sobre a qualidade dos oócitos, ajudando os profissionais a esclarecer essa distinção e a tomar decisões mais direcionadas e seguras sobre o que fazer a seguir.

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